Author Archives: António Sineiro

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Entrevista com Ricardo Ramalho para a Navs Gridiron

Ricardo Ramalho é uma presença assídua no dia a dia dos Navigators, e decidimos por isso entrevistar uma das pessoas que mais carisma tem na defesa dos Navigators.

 

Como e quando se deu o teu primeiro contacto com o Futebol Americano?
Quando vi que o meu grande amigo Rui Costa tinha ido fazer os tryouts aos Navigators. Como sempre fui fascinado pelo que o jogo representa falei com ele e acabei por ir treinar. E por lá fiquei… Até hoje!

Depois disso, o que te levou a começar a jogar?
Um desafio a mim mesmo! É difícil, é complicado, é duro e não está ao alcance físico e anímico de todos? Então definitivamente é um desafio para mim!

Que conselho gostarias deixar aos que agora chegam de novo ao futebol americano no panorama nacional e em específico aos Lisboa Navigators?
Humildade! Sacrifício! Atitude! Aprendi ao longo destes anos com todos os meus companheiros de equipa e adversários que a parte física deste desporto é a mais fácil de ultrapassar! A alma, o querer e o crer estar e ser melhor, mesmo que não o seja, é mesmo o melhor que se retira do jogo! Capacidade de aprender o jogo, mas principalmente para se tornar um ser humano melhor. Se quiser singrar neste desporto estas são as principais características que alguém novo que entre precisa de ter!

Voltando ao presente. A época começou há dois fim-de-semanas e os Lisboa Navigators jogaram contra os Crusaders. O que julgas que correu melhor?
A vitória sem dúvida foi o melhor que aconteceu num jogo tipicamente de início de época, em que ambas equipas perderam pedras fundamentais nos seus planteis! E a atitude! A atitude foi tudo!

E o que pensas ter corrido menos bem?
O pior penso que foi a falta de efetividade dos ataques das duas equipas que raramente conseguiram concretizar jogadas quer de passe, quer de corrida! O facto dos habituais QB não se encontraram a jogar quer por lesão, quer por impedimento pessoal (que ao nível em que se encontra o nosso desporto se torna numa questão incontornável) prejudicou igualmente o decorrer do jogo.

Agora que tiveste o teu primeiro jogo e se conhecem os resultados de duas jornadas, o que esperas deste campeonato?
Ser heptacampeão! Se pensar abaixo desse objetivo não sirvo para representar os Navigators! Isto é o que espero de mim e da minha equipa! Das outras equipas? No campo se verá.

Antes de terminarmos, o que significa para ti ter espírito Navigator?
É ser campeão! Não só no sentido desportivo, mas principalmente na parte humana. Ser campeão na vida. Conseguir lutar contra todas as adversidades que ela te possa apresentar e tentar vencer sempre! Ser um lutador incansável e respeitável, ao qual nunca possam apontar o dedo da falta de vontade e atitude! Ter atitude vencedora sempre! Isso para mim é ser Navigator!


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Entrevista com André Monteiro para a Navs Gridiron

Época a após época afirma o seu valor e é hoje um dos elementos chave no sucesso dos Lisboa Navigators. A Navs GridIron entrevistou André Monteiro que partilhou um pouco do seu percurso na modalidade e lançou um olhar sobre a época que se avizinha.

 

André, conta-nos um pouco do teu percurso no Futebol Americano.
Comecei a jogar dia 12 de Maio de 2007, 13 dias depois dos Navigators fazerem os seus primeiros treinos de captação. Quem me falou do desporto, e da equipa, foi o Pedro Calado, que já tinha começado os treinos. Ao inicio, como toda a gente que não conhece o desporto, a grande dificuldade é conhecer as regras e formas de jogar. Depois com a chegada dos equipamentos, tive alguma dificuldade no contacto como deve ser feito até um dos nossos treinadores na altura, Ray Kyliavas, me dar na cabeça de tal maneira que não tive outra opção senão bater com força.

Que momento escolhes como o mais feliz da carreira?
Não tenho a certeza de qual foi o mais feliz, mas arrisco-me a dizer que foi a vitória da primeira final portuguesa. Para além de comemorar a vitória da equipa, comemorei uma vitória pessoal pois foi esse o melhor jogo que já fiz.

E o mais triste foi….?
O mais triste foi sem dúvida perder a meia-final da segunda época na liga espanhola. Todos queriamos ganhar o campeonato para dedicar ao Juan Ortiz, jogador, treinador e amigo que nos ensinou tudo e nos ajudou a dar um passo gigantesco na nossa evolução.?Escusado será dizer que todos choramos baba e ranho.

Num país onde a prática de futebol americano não é apoiada, nem tanto pouco reconhecida como se concilia a vida pessoal e profissional com uma rotina de treinos tão exigente?
Já foi mais dificil para mim conciliar as duas coisas. Mas acho que com vontade e dedicação, estabelecendo prioridades, sejam elas quais forem,consegue-se.

Alguns dos adversários dos Lisboa Navigators reforçaram as suas equipas com jogadores estrangeiros e experientes. Receias que este facto possa trazer dificuldades aos Navigators no decorrer da próxima época?
Como é obvio vai sempre trazer dificuldades no frente a frente. Para além de jogadores bons eles trazem também muita experiência e conhecimento para as equipas em questão. Vai ser com certeza mais dificil, mas o que seria deste desporto sem competição?
Daqui a 10 anos como esperas que esteja o Futebol Americano em Portugal?
Espero algo muito mais organizado a nivel de Associação/Federação, camadas jovens, mais apoio da comunicação social e mais umas quantas coisas que não me estou a lembrar agora.

Antes de terminarmos, o que significa para ti ter um espírito Navigator?
Espirito Navigator significa nunca desistir em circunstancia alguma, querer dar a conhecer às outras equipas quem nós somos, dar o máximo em campo como se dependêssemos daquilo para viver.


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Entrevista com Amílcar Piedade para a Navs GridIron

Desde pequenino que sonhou jogar Futebol Americano. Aos 28 anos tornou esse sonho realidade e hoje é um dos principais rostos da modalidade em Portugal. Na edição de Setembro da Navs GridIron falamos com Amílcar Piedade que nos conduziu numa viagem pelo passado, presente e futuro dos Lisboa Navigators.

Há vários anos que és um dos rostos principais do Futebol Americano em Portugal. Como é que a prática desta modalidade influenciou a tua vida comparativamente com outras modalidades que tenhas praticado?
Já pratiquei vários desportos, mas nunca com as responsabilidades que acabei por ter no Futebol Americano. Creio que a maior influência que teve na minha vida foi a de aprender a gerir os comportamentos de um grupo grande de pessoas e aprender a mestrar riscos calculados e equilibrar todos esses egos, em função a um objectivo comum e das minhas próprias vontades. Tem sido uma experiência social tanto quanto desportiva e de descoberta pessoal também. Para além disso, foi um desporto que esperei desde pequeno para poder praticar e treinar. A aventura começou já aos 28 anos, mas quando um sonho se torna realidade na nossa vida, esse acontecimento influencia-nos de muitas formas das quais nem nos damos conta.

Enquanto treinador principal dos Lisboa Navigators, o que esperas da próxima época? Que objectivos traçaste para a equipa?
O objectivo dos Navigators mantém-se o mesmo. Sermos melhores do que fomos em qualquer época anterior. Crescermos como equipa, se possível como indivíduos também e divertirmo-nos no processo. Queremos ensinar e treinar novos jogadores para serem o futuro da modalidade, passar o conhecimento técnico e táctico, mas também a abordagem correcta face ao desporto, à competição e particularmente ao Futebol Americano. Acredito que quando fazemos bem este trabalho, com a vontade de sermos os melhores, as vitórias são depois um subproduto.

Iniciaram a pré-epoca com um novo ciclo de captações. Até ao momento que balanço fazes desta iniciativa?
Ainda é cedo para fazer um balanço completo. Temos jogadores com potencial para vingarem neste desporto. Uns estão mais longe que outros, mas jogadores novos, como a própria modalidade, são projectos de longo prazo. É cada vez mais difícil alguém que é novo na modalidade conseguir-se integrar de imediato. Aquilo que nunca sabemos a esta altura é se todos esses irão ficar para esta época e durante quanto tempo, mas para já, estamos bastante satisfeitos.

Que características devem ter os jovens (e os menos jovens) que se apresentam nos vossos treinos?
Têm de ter vontade de praticar e aprender um desporto novo e serem pacientes com essa aprendizagem. Alguns chegam no primeiro dia à espera de jogarem como vêm na NFL ao fim do primeiro treino. Não é bem assim que acontece. É preciso trabalho para estar preparado fisicamente para este desporto e acima de tudo é preciso estudá-lo também, para entender bem o que se faz dentro do campo.

O que achas que faz com que os Navigators sejam uma equipa tão bem sucedida?
Agora podia contar uma daquelas histórias de fazer adormecer o Filipe Grangeiro… Penso que é a nossa capacidade de levarmos a sério os nossos objectivos e nos mantermos sempre focados, ao mesmo tempo que conseguimos ter um ambiente descontraído e familiar. Para além disso sempre fomos ambiciosos, sem nunca nos vangloriarmos sobre aquilo que não conseguimos, nem muito sobre o que conseguimos. Temos a filosofia de mostrar o que somos e deixar os outros falar sobre o que somos. Trabalhámos para ter uma atitude vencedora e hoje é simplesmente algo que está dentro de todos os Navigators.

Acreditas que o facto de mais nenhuma equipa portuguesa ter sido campeã nacional retrata a evolução (ou falta dela) do Futebol Americano em Portugal?
Sim. Nem tudo pode ser bom trabalho dos Navigators. Não sei pormenores internos dos outros clubes e não vou falar sem conhecimento, mas a ideia que tenho é que antes de mais nada temos, a nível nacional, uma debilidade de abordagem ao desporto, à competição e ao futebol americano. Há ainda muita falta de conhecimento. E, ao mesmo tempo, há demasiada necessidade de protagonismo por parte de quem lidera os clubes.

Daqui a 10 anos como esperas que esteja o Futebol Americano em Portugal?
Espero que as equipas tenham melhores condições de treino. Mais apoios do estado, mais qualidade e, consequentemente mais público. Melhores treinadores e árbitros. Camadas jovens de Tackle Football. Será mais fácil à medida que a primeira geração se reforma e se mantém ligada ao desporto. Espero haver condições para jogar na Europa. Não apenas para participar, mas para querer ter sucesso. Gostaria também de ter a nossa selecção a portar-se bem num europeu ou mundial da modalidade.

Antes de terminarmos, o que significa para ti ter um espírito Navigator?
Não é comum, em qualquer desporto, um grupo manter-se unido estes anos todos. Muitos já saíram, ou entraram mais tarde, outros ausentaram-se e voltaram. Não tarda estamos a fazer isto há uma década. Isto requer, acima de tudo, altruísmo. Um verdadeiro respeito, uma verdadeira aceitação dos outros elementos dos grupo, das regras acordadas. Uma perspectiva holística, em que cada um entende que juntos formamos algo maior. Compreender que apesar de ter de haver hierarquias, um Navigator não é maior que o outro. E, acima de tudo, esforçarmo-nos para investirmos o nosso tempo e o dos outros à nossa volta e não gastá-lo. Esforçarmo-nos ainda mais para fazer o que dizemos e não dizer o que não estamos preparados para fazer. Não ser perfeito, mas trabalhar para ser excelente. E executar isso tudo, seja a treinar, a jogar, ou a beber cervejas.


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Entrevista a Filipe Grangeiro para a Navs Gridiron

Filipe Grangeiro termina este ano a sua carreira como jogador de Futebol Americano. Durante X anos serviu os Lisboa Navigators e contribuiu em muito para o sucesso da equipa. Na edição deste mês da Navs GridIron conhece este atleta.

O que te levou a começar a jogar Futebol Americano?

Quem me “recrutou” foi o Paulo Monteiro (provavelmente o melhor jogador português que vi jogar) prometeu-me que no final dos treinos tinha-se direito a um bongo e a sandes de fiambre. Eu por mim era mais adepto de sandes com manteiga, mas decidi experimentar uma vez que os farináceos sempre foram a minha perdição. Relativamente ao bongo, era-me indiferente, bastava-me água, não necessitava de ser o Moët Chandon dos sumos.

De que forma o FA influenciou a tua vida nível profissional e pessoal?

Tanto a nível profissional como pessoal influenciou positivamente, uma vez que agora existe desculpa para me esquecer de coisas e culpar o Futebol Americano devido às pancadas na cabeça. De (vez em quando dá jeito e não se adquire este skill/estatuto do dia para a noite. Ainda a nível pessoal, criou-se uma segunda família daquelas que se tem vergonha de mostrar a pessoas de respeito, mas que no fundo se gosta de passar tempo com ela.

Qual foi a tua maior dificuldade na adaptação ao FA?

Dentro de campo, no início foi um desafio decorar o playbook e principalmente perceber o que cada jogador deve fazer. Isto é importante para, se a jogada correr mal, naturalmente saber a quem atribuir a culpa. Fora de campo foram as várias e longas viagens para ir jogar aos outros clubes. Nas viagens dos Navigators é um hábito passar a viagem toda sem dormir. Não sei quando isso começou mas tornou-se tradição ao longo do tempo.

Qual o momento que guardas como o mais importante da tua carreira?

Talvez a vitória na primeira final da Liga Portuguesa e também a vitória à “selecção” espanhola. Na primeira porque foi aí que começou a “contagem” e a segunda devido à sua relevância. Também importante foi também a primeira vez que fui placado pelo André Monteiro. Desde então utilizo fralda à noite.

Qual o momento mais triste?

Na meia-final da 2ª liga espanhola. O kicker não pode ir a esse jogo e fui o escolhido para o cargo sem grandes treinos e talento para isso. Falhei um field goal que nos levaria à final. O resto das perguntas serão respondidas na posição fetal e a soluçar devido a este reviver do passado. Um obrigado e um bem haja.

Para ti, qual a razão dos Navigators serem uma equipa tão bem sucedida?

O facto de sermos uma família disfuncional com pessoas com perfis muito distintos. Temos pessoas com perturbações da glândula tiróide (OL, DL), pakistanismo (TE), onanistas (WR), indivíduos com raciocínio limitado e pouco brilhantismo (LB e DB), seres com um elevado grau de demência (FB e RB) e mágicos do sono (Treinadores). O nosso QB Zé Pedro é um caso especial porque é isto tudo ao mesmo tempo. No entanto todos temos uma coisa em comum: amor à cerveja. Nas situações mais difíceis é isto que fala mais alto, uma vez que não há cerveja na derrota.

O que é para ti ter espírito Navigator?

É perceber que existe um objectivo maior comum do que nossos objectivos pessoais. É perceber que se os Navigators atingiram o que atingiram foi porque várias pessoas se sacrificaram por isso e eu também vou fazer o mesmo. É respeitar e considerar o Marco Madeira um 2º pai, apesar de ele ser mais baixo do que o teu filho, e o Amílcar Piedade aquele tio que esteve na guerra que conta histórias até adormeceres e quando acordas ele ainda não acabou.

O que esperas ou achas do futuro próximo do FA em Portugal?

Espero que o Futebol Americano ganhe mais notoriedade, interesse e exposição relevante em Portugal. Acho que num futuro próximo isso não será atingido mas, quem sabe, se com a criação de uma selecção nacional, com mais vitórias “overseas” e principalmente através da criação de várias equipas de cheerleading isso não será uma realidade. Pode ser ainda, que no futuro haja transmissões televisivas em directo dos jogos nacionais nem que seja na SportTV27.


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Navigators vs Selecção Espanhola

É com enorme orgulho que os Lisboa Navigators foram convidados para um jogo amigável com a Selecção Espanhola de Futebol Americano.

Este jogo terá lugar já no próximo dia 5 de Julho em Granada, local onde se encontrará a selecção a estagiar durante a semana.

Estamos conscientes da dificuldade deste jogo mas não deixa de ser um incentivo enorme, assim como o reconhecimento do trabalho feito pelo clube, treinadores e jogadores ao longo destes anos.

Todo o plantel já se encontra em treinos intensos e encaramos este jogo como uma final.

QUEM NÓS SOMOS?!?!?


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Lisboa Navigators, Campeões Nacionais pela Quinta vez consecutiva

No passado dia 31 de Maio em Abrantes, os Lisboa Navigators revalidaram o seu título ao baterem os Maximinos Warriors por  34-7.

Os Lisboa Navigators conseguem assim o seu Penta Campeonato.

Para veres as Fotos do encontro, cortesia da PMW,  vai aqui.

 

Os Lisboa Navigators gostariam de agradecer a todos os nossos apoiantes e familiares (sem eles nada disto era possível) assim como ao Vitória Clube de Lisboa por todo o apoio, finalmente à Câmara Municipal de Abrantes que acolheu os Navigators no seu trainning camp e que em conjunto com a APDFA organizou esta final.


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Navigators na Final

No passado dia 17 de Maio os Lisboa Navigators bateram os Crusaders CFA por 40 – 20 e são assim, uma vez mais, e pela quinta vez consecutiva finalistas da Liga Portuguesa de Futebol Americano.

Desta vez  defrontaremos os Maximinos Warriors (finalistas em 2012) e vencedores do Grupo Norte, em Abrantes no próximo dia 31 de Maio.

A todos os que nos seguem e apoiam um grande Obrigado e esperamos por vocês em Abrantes.

Até lá fiquem com as  fotos do jogo no nosso com os Crusaders no nosso Facebook


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Navigators “gelam” o Inferno

E batem os Lisboa Devils por 77-0

Num domingo de Sol os Navigators entraram mais uma vez em campo para o terceiro jogo da LPFA V, desta feita com os seus adversários de grupo, os Lisboa Devils.

Esta jovem equipa tinha a particularidade de ter no seu plantel antigos jogadores dos Navigators que quereriam certamente provar o seu valor com as suas novas cores.

No entanto a equipa da casa foi dominante e o resultado acabou por castigar a equipa visitante que nunca conseguiu pegar no jogo.

Ficam os desejos de melhores relutados aos Lisboa Devils e aos antigos Navigators.

Fiquem com algumas fotos do encontro e visitem o nosso Facebook para mais.


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Navigators inauguram nova casa com…

…Vitória!

Em dia de Superbowl os Lisboa Navigators entraram em campo para defrontar a mais antiga equipa de Futebol Americano em Portugal os Sport Renegades.

Este jogo teve a particularidade de ser também o primeiro jogo dos Navigadors na sua nova casa – o Campo do Vitória de Lisboa.

Fazendo juz ao nome do Clube que nos acolheu os Navigators alcançaram uma Vitória por 45-0.

As nossas Cheerleaders estiveram incansáveis na recolha de fundos para a Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama (APAMCM) também presentes no encontro.

O jogo teve direito a presença televisiva da SIC que acompanhou alguns jogadores neste dia.

Fiquem com a reportagem da SIC e com algumas fotos do encontro

Fotos –  Pedro Queiroga

 

 


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Navigators entram a ganhar

No passado dia Domingo 12 de Janeiro os Lisboa Navigators visitaram os seus rivais Crusaders FA.

Numa tarde chuvosa os Navigators conseguiram impor o seu ritmo de jogo cedo marcando no primeiro Drive.

Os Crusaders ainda conseguiram empatar a partida explorando um erro da nossa defesa.

A partir desse ponto os Navigators arrancaram para uma vitória expressiva por 59-9 e abrem da melhor forma a 5ª edição da LPFA 

Fiquem com o video do FA Portugal e com algumas fotos do encontro tiradas pelo Pedro Queiroga.

Não se esqueçam de comentar a nossa vitória no Facebook dos Navigators


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